terça-feira, 21 de março de 2017

FALSAS VERDADES

Décimo Segundo romance solo de Diedra Roiz
Escrito entre 19 de Janeiro de 2017 a 20 de Março de 2017.
Postado de 31 de Março de 2017 a... Depende de você!

Postagens às 3as, 4as e 6as feiras às 18h!



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NÃO COPIE, CRIE! 
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Lembrando que... Copiar o texto e apenas trocar o nome das personagens e/ou detalhes da história não é fanfiction, muito menos adaptação, é plágio. E plágio é crime! Por favor, não façam isso, ok?



SINOPSE 
Laura e Michele… Ah! Sim e, Amanda.
Diedra ressurge e nos faz odiar a verdade nua. 
Um casamento de 20 anos, inquestionável, inabalável como um castelo de pedra, porém uma suave brisa de verão faz deste castelo areia, pó.
Uma história de amor contada com a precisão peculiar da autora. Emocionante, envolvente. E no ponto final uma certeza: antes uma mentira descoberta do que falsas verdades alicerçando vidas. A primeira nos magoa, a segunda destrói sonhos.
(Wind Rose)


PLAYLIST DA HISTÓRIA:
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OBSERVAÇÃO SUPER IMPORTANTE:  
Este é um "romance musical", recomenda-se ouvir as músicas indicadas para melhor aproveitamento da leitura dos capítulos.




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A fórmula vocês já conhecem, mas só para lembrar:

- Qualquer leitor@ pode fazer a doação no valor de R$ 10,00 ou mais.


- A doação é voluntária, tod@s podem ler, participando ou não. Ou seja: não precisa doar para ler, pode ler sem doar.

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250 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 2.500,00 = cinco capítulos por semana. 
300 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 3.000,00 = a história será postada na íntegra.


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250 cotas = 5x por semana
300 cotas = história postada na íntegra


COTAS ATÉ AGORA:




CAPÍTULO 01


- Laura?
Antes de virar-se, Laura sorriu. Não de forma espontânea, mas deliberadamente planejada, o tipo de felicidade e simpatia permanentes que o traquejo social sempre lhe exigia e que, exatamente por isso, manejava com relativa e quase indolor facilidade.
- Essa música não faz você se lembrar de nada?
Parou para prestar atenção no som. Imediatamente reconheceu: “Superstition” de Stevie Wonder. Mas, ao invés de admitir e se deixar impregnar pela miríade de recordações que ouvir aquilo lhe trazia, sorriu para Elaine com o misto de implicância e intimidade que a amizade de tantos anos lhe proporcionava:
- Na verdade... Não.
Deixando-a inegavelmente indignada:
- Como não?
Bateu de leve, de forma quase condescendente no rosto de Laura antes de completar:
- Um sério caso de DVC...
Riram juntas, com o humor particular, peculiar e único que as duas compartilhavam. E que fez a mulher ao lado de Laura se manifestar:
- DVC?
Com um sorriso divertido, Laura esclareceu:
- Danada da velhice chegando.
O próximo movimento foi de Elaine. De uma forma irrecusável, pediu:
- Michelle, minha querida... Você me emprestaria sua parceira um instante?
Michelle concordou imediatamente:
- Nem precisava me pedir. Afinal...
Olhou profundamente nos olhos de Laura ao completar:
- Eu não tenho poder algum sobre a Laura.
Laura riu:
- Imagina se tivesse então...
Elaine encerrou o diálogo puxando Laura para o meio da sala, onde começaram a dançar juntas, rindo e se divertindo como se estivessem de volta ao passado.
Apesar de terem plena consciência de que, mesmo se desejassem, nada mais era nem seria como antes. O tempo não retornaria jamais.


Laura conhecia Elaine muito bem. Nem os anos nem a distância entre as duas havia mudado isso. A ponto de saber, só de olhar para a amiga, que esta tinha algo importante a lhe dizer:
- Eu queria te pedir um favor.
Esperou que ela completasse, entre perplexa e aturdida.
- Mês que vem começam as aulas da Amanda na UFSC e eu preferia que ela não morasse sozinha em Florianópolis.
Aquilo deixou Laura mais surpresa ainda:
- Você está sugerindo que a sua filha more comigo?
Elaine confirmou, visivelmente constrangida:
- Pelo menos no início. Até ela estar adaptada à faculdade e à cidade.
Fazia anos que a amizade delas tinha adquirido uma tonalidade esfumaçada. E Laura sabia exatamente o porquê:
- O Ricardo está de acordo?
A única coisa que Elaine conseguiu dizer foi:
- Laura...
De um jeito que não amenizou a indignação de Laura. Muito pelo contrário, apenas reabriu a ferida antiga:
- Ou ele não acha mais que homossexualidade pega?
Virou-se de costas para Elaine, para recuperar o controle e não desabafar mais do que isso.
Foi neste momento exato que Ricardo abriu a porta e entrou no escritório onde elas estavam:
- Meu amor, as pessoas estão perguntando por você.
Bastou um único olhar em direção a Elaine para saber o que havia interrompido:
- Vocês estão conversando sobre a Amanda?
Laura enxugou as lágrimas do rosto antes de virar-se para aquele que, de tantas formas, tinha sido e ainda era seu adversário:
- Ricardo, me diz uma coisa: sua filha morando comigo... Como é isso pra você? Não acha mais que é um perigo? Que eu posso atacar a menina ou algo parecido?
Ricardo replicou de imediato. No mesmo tom irônico:
- Não seria a primeira vez.
Sem acreditar no que tinha ouvido, Laura apenas perguntou:
- Como é?
A risada de Ricardo continha um misto de deboche, ressentimento e aversão:
- Ah, por favor! Seu passado te condena, Laura. Durante anos você cercou a minha mulher.
Rapidamente, Elaine se colocou entre os dois:
- Vamos parar com isso, por favor?
Não ficou no meio, a distância não foi absolutamente simétrica. Mais próxima a Ricardo, deixando o seu posicionamento claro.
Por mais que fosse o costumeiro e esperado, não doeu menos em Laura: 
- Elaine, antes de qualquer coisa, eu preciso saber o que ele pensa. Então, por favor, deixa o seu marido falar.
Ricardo sustentou o rancor de Laura com um sentimento idêntico. A antipatia que sempre haviam sentido um pelo outro era, sempre tinha sido, a única coisa em que os dois concordavam:
- A Elaine confia em você.
A reação de Laura foi sorrir. E sacudir a cabeça em negação antes de afirmar, olhando para a Elaine:
- Eu nunca cerquei a sua mulher. Nem nunca fiz nada com mulher alguma sem que fosse desejado e consentido por ambas as partes. Que isso fique bem claro!


Sozinha em um canto da sala, Amanda suspirou. Profundamente. Pelo simples fato de ter que estar ali. Mas era o aniversário de 48 anos da mãe, então não havia outra opção além de obrigar-se a sorrir.
Nenhuma daquelas pessoas imaginava. Sequer suspeitavam. O que realmente estava sentindo.
Apenas a irmã gêmea idêntica e univitelina.
E, no entanto, tão diferente de si. Apesar de tão opostas, se compreendiam, eram absolutamente unidas.
Juliana era a única que sabia.
Vivia repetindo:
- Não sei por que você não conta.
Mas Amanda conhecia os pais o suficiente:
- Só quando eu me sustentar sozinha.
Tinha uma certeza indestrutível:
- Ter uma amiga lésbica é uma coisa. Filha é outra.
Não era algo que intuía. Era algo que tinha tomado ciência aos dez anos de idade. Lembrava perfeitamente daquele dia. Estava sentada no colo de Laura, abraçada com ela, como sempre fazia. Tinha uma adoração absoluta pela “tia”. Algo que na época ignorava, mas agora reconhecia. A identificação que entre as duas existia.
O pai passou por elas e as olhou com cara de poucos amigos.
Assim que Laura foi embora, chamou Amanda e proibiu que aquilo se repetisse:
- Você já está crescida demais.
Sem ser capaz de entender que mal havia, Amanda tentou protestar:
- Mas papai...
E o pai foi quase agressivo:
- Não quero você no colo dela.
Olhou para a mãe em busca de ajuda. E conseguiu:
- Que besteira, Ricardo. A Laura é como se fosse tia das meninas.
Mas o pai estava irredutível:
- Elaine... Nada pessoal contra a Laura, mas ela sendo... O que ela é... Nós temos duas meninas que estão ficando mocinhas, então pra que arriscar?
Amanda nunca tinha visto a mãe se alterar tanto:
- Eu não acredito que você está dizendo isso!
Nem o pai:
- Você mais do que ninguém sabe que eu tenho os meus motivos!
Só então, os dois finalmente se deram conta de que a filha continuava ali, vendo e ouvindo. 
O pai encerrou num tom ameno e ao mesmo tempo, firme:
- Eu preferia que a Laura não viesse mais tanto aqui.
E, depois desse dia, as visitas de Laura se tornaram cada vez mais escassas. Ela e a mãe se afastaram de forma considerável. A ponto de, durante os oito anos que se seguiram, Amanda só tê-la visto vez ou outra, em ocasiões raras, como agora, naquela festa de aniversário.
- Tudo bem?
Arrancada bruscamente das próprias divagações pela irmã, Amanda olhou para ela sem sorrir de volta:
- Defina bem.
Juliana respondeu à altura, como sempre:
- Tá ligada que um término de namoro não é o fim do mundo?
Amanda não deixou barato também:
- Fácil pra você dizer.
Sem se importar com a insinuação da irmã, Juliana replicou:
- Você acha mesmo que a única pessoa que sofre na face da Terra é você?
Sem paciência para engatar mais uma conversa daquele tipo com ela, Amanda propôs:
- Vamos mudar de assunto?


Laura ainda continuou naquele escritório muito tempo depois que a conversa terminou e Elaine e Ricardo a deixaram sozinha. Atirou-se na poltrona de Ricardo, a girou para ficar de costas para a porta e suspirou... Longa e profundamente.
Tentou inutilmente afastar o sentimento de apreensão. Era muito difícil a intuição lhe falhar e esta dizia que deveria ter recusado o pedido de Elaine, mas nunca havia sido capaz de negar nada a ela. Por mais que fosse um risco e que muito provavelmente... Na verdade era quase certo que a situação lhe traria... Dor de cabeça, no mínimo.
Já tinha cedido. E concordado em acolher a menina.
Então...
Só restava torcer para estar completamente enganada e para que não se arrependesse depois.
Nesse exato momento, ouviu a porta abrir e fechar. Antes que pudesse fazer ou dizer qualquer coisa, escutou:
- Eu só quero conversar com você...
O instante de silêncio entre uma fala e outra deixou claro que se tratava de uma conversa no celular:
- Depois de seis meses de namoro, acho que é o mínimo que eu mereço.
Laura permaneceu imóvel, esperando que a pessoa desligasse e saísse de novo, mas isso não aconteceu:
- Eu estou te pedindo... Por favor, Rafaela...


Amanda se humilhou, sem o menor constrangimento. Pouco importava. Para ter Rafaela de volta estava disposta a qualquer coisa. Tudo, menos perdê-la.
No entanto, o tom que a outra usou, a forma como a tratou, fez com que perdesse a cabeça completamente. Passou de chorosa a irada:
- Sua escrota! Sua filha da puta! Sua...!
Antes que pudesse concluir, Rafaela desligou, levando o descontrole de Amanda ao extremo. No auge da fúria, atirou o celular contra a parede.


O aparelho se abriu numa chuva de pedaços em cima da cabeça de Laura, fazendo-a emitir um som involuntário, que tornou impossível continuar a fingir que não estava ali.
Girou a cadeira lentamente, até ficar frente a frente com a autora do “telefonicídio”.
Sua surpresa não poderia ser maior.


Absolutamente mortificada, a única coisa que Amanda conseguiu gaguejar foi:
- Desculpe, eu... Eu não sabia que você estava aí.
Escondeu o rosto nas mãos enquanto dizia:
- Ai, que vergonha...
Laura levantou sorrindo. Em parte, por estar achando graça na situação, em parte por querer acalmar a menina:
- Tudo bem, acontece nas melhores famílias.
A mente de Amanda trabalhou febrilmente, buscando uma saída. No auge do desespero que a possuía, a primeira coisa que cogitou foi algo que há muito tempo não fazia: fingir que era a irmã. Sempre funcionava, pois com exceção dos pais, as pessoas dificilmente conseguiam distingui-las.
Ficou perplexa quando Laura disse:
- Amanda, olha pra mim.
Sentindo-se completamente perdida, fez o que ela pedia:
- Você não vai contar pra ninguém, vai?
Por parte de Laura, não houve hesitação alguma:
- Não. Pode ficar tranquila.
Apenas estranhamento:
- Seus pais não sabem de você?
O nervosismo de Amanda já seria suficiente para dirimir qualquer dúvida:
- Nem desconfiam.
As duas se olharam durante alguns segundos.
A música que vinha da sala irrompendo o silêncio que as envolvia:
“Slow down, you crazy child (Devagar, sua criança louca)
You're so ambitious for a juvenile (Você é tão ambiciosa para uma jovem)
But then if you're so smart (Mas se você é tão esperta)
Tell me why are you still so afraid? (Me diga porque ainda tem tanto medo?)
(“Vienna”- Billy Joel)

- É a sua primeira namorada?
Amanda achou a pergunta no mínimo engraçada:
- Eu tenho dezoito anos.
Laura também riu. Por uma razão totalmente diferente:
- Isso não quer dizer nada.
Com um misto de orgulho e arrogância, Amanda declarou:
- Minha primeira namorada foi aos dezesseis.
A condescendência na voz de Laura era indisfarçável:
- A minha foi aos vinte e três.
Dessa vez Amanda riu como se não acreditasse:
- Eu sempre pensei que você... Sempre tivesse sido...
Foi a vez de Laura rir:
- Quando eu tinha a sua idade não era fácil como é agora.
Aquilo deixou Amanda indignada:
- Não é nada fácil.
Voltaram a se olhar. Profundamente.
Cada uma com sua verdade.
E, mais uma vez, Laura foi a primeira a voltar a falar:
- A sua geração desconhece o real significado da palavra “dificuldade”. E de muitas outras palavras, aliás...
Amanda compreendia perfeitamente o desprezo dela:
- Sou obrigada a concordar com você.
Antes que Laura se recuperasse da surpresa, completou:
- Eu não me identifico com a minha geração. Não sou infantil, alienada e mimada como as outras pessoas da minha idade.
Laura olhou para a marca que tinha ficado na parede e depois para as partes do celular no chão. Antes de debochar:
- Ah, não?
Nem precisou falar mais nada, Amanda captou perfeitamente:
- Você nunca amou ninguém a ponto de perder a cabeça?
Naquele momento, Laura percebeu que a semelhança entre Elaine e Amanda não era apenas física.
- Talvez. Mas foi há muito tempo. Tanto que eu nem lembro direito.
Mesmo sem entender ao certo o porquê, aquilo despertou em Amanda uma curiosidade imensa:
- Sua primeira namorada, talvez?
O sorriso de Laura foi ainda mais enigmático:
- Não. Foi antes disso.
O que impulsionou Amanda foi um sopro, inexplicável e desconhecido, que tornava necessário, precisava saber:
- Mas era uma mulher?
O mesmo que fez Laura responder:
- Uma garota. A minha melhor amiga e... O meu primeiro amor.
Aquilo deixou Amanda inteiramente confusa:
- Mas eu pensei que...
Não fazia sentido, por que segundo a mãe, ela e Laura tinham sido as melhores amigas desde sempre.
Bastou um olhar para Amanda para Laura saber o que ela estava pensando.
Por um segundo, arrependeu-se.
Ainda não tinha falado nada demais, poderia simplesmente voltar atrás. No entanto, algo incompreensível a fez dizer com todas as letras:
- O primeiro amor da minha vida foi a sua mãe.
  


CONTINUA NA PRÓXIMA 6a FEIRA SE COMPLETARMOS 50 COTAS...
MAIS INFORMAÇÕES ABAIXO: 



Olá!
Hoje começa mais um romance inédito de Diedra Roiz.
Essa é uma realização conjunta. Não seria possível sem a colaboração de tod@s @s leitor@s, de tod@s as pessoas que acreditam no valor de demonstrar sua presença, sua opinião, seu apoio, seu carinho...
Agradecemos a tod@s pelas manifestações tanto nos comentários quanto pela colaboração na campanha das cotas durante SEMPRE EM MEU CORAÇÃO. Foi o que tornou a realização de 
FALSAS VERDADES possível.
A campanha das cotas 
já começou, as regras estão aqui embaixo e, desde já, agradecemos o sincero "doar-se" de quem de alguma forma participa.
Um grande abraço,
Azamigah


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ou total de R$ 500,00, será liberado o segundo capítulo.

- A partir do dia em que as 50 cotas forem atingidas, será postado um capítulo por semana, toda 6a feira.

- Se atingirmos 100 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.000,00, serão liberados dois capítulos por semana.
- Se atingirmos 150 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 1.500,00, serão liberados três capítulos por semana.
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250 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 2.500,00 = cinco capítulos por semana. 
300 cotas de R$ 10,00, ou total de R$ 3.000,00 = a história será postada na íntegra.


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300 cotas = história postada na íntegra


MÚSICAS QUE INSPIRARAM O CAPÍTULO:



postado originalmente em 31 de Março de 2017 às 18:00.



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